BANDEIRA DE MANAÍRA: A SIMBOLOGIA E SEUS SIGNIFICADOS

O significado dos símbolos e figuras que compõem toda a estrutura gráfica da BANDEIRA DO MUNICÍPIO DE MANAÍRA segue o padrão utilizado em toda as sociedades mundiais, tanto no que diz respeito ao formato(retangular), quanto nas analogias simbólicas que compõem o brasão central, sempre representativas  dos aspectos socioculturais, econômicos e financeiros locais, entre os quais podemos destacar: As três cores que preenchem o retângulo, significam, o VERDE, as matas e florestas; o BRANCO, simboliza a paz e, o AMARELO, as riquezas em referência ao ouro. Na parte central do retângulo, temos o brasão com o formato arredondado na porção inferior, forma essa que o relaciona com a colonização portuguesa. Em cima do mesmo, a figura arquitetônica dá a ideia de construção e sua cor CINZA e com QUATRO TORRES é uma analogia ao lugar como sendo uma CIDADE, tendo a sua esquerda um galho de MILHO e a direita, um de ALGODÃO, representando a AGRICULTURA: o plantio e o cultivo como sendo a principal atividade econômica e de subsistência do lugar. Já no LAÇO VERMELHO embaixo está registrada a NOMENCLATURA do município bem como a data da EMANCIPAÇÃO POLÍTICA. No centro do BRASÃO, a figura da CRUZ faz referência aos colonizadores(aqui no caso, Portugal/os portugueses) como sendo de ideologia religiosa católica romana, além de dividir o mesmo em quatro quadrantes, onde em cada um está representado em desenho elementos próprios da região, os quais, no sentido horário, constituem analogias próprias, cujos significados são: no primeiro, a figura da ÍNDIA é uma alusão a origem do drama romântico que deu origem ao NOME DO MUNICÍPIO; no segundo, a FIGURA EM INSCRIÇÃO RUPESTRE(cópia do  original existente na Pedra do Letreiro), faz referência a CULTURA LOCAL; o terceiro, a figura de um ANIMAL, é uma representação da PECUÁRIA(criatório de gados) como atividade econômica local e, o quarto e último, a PAISAGEM E O CHAPÉU DE COURO, faz referência, no geral, a MESORREGIÃO GEOGRÁFICA DO SERTÃO E AO SERTANEJO como povo habitante da ensolarada região.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Antas Diniz, VALDENY – RAÍZES HISTÓRICAS DE UM POVO – João Pessoa, 2014, Editora IDEIA.